Os desafios para estimular a prática de atividades físicas na infância no século XXI

Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre o tema "os desafios para estimular a prática de atividades físicas na infância em questão no século XXI, apresentando experiência ou proposta de ação social, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


Texto 1:

Incentivar os filhos a fazer atividade física regularmente é apenas o primeiro passo. Os pais devem se lembrar que as crianças precisam testar atividades diferentes e variadas. A diversidade de atividades vai garantir aos pequenos uma base de proteção para lesões precoces, ajudar no desenvolvimento motor, no controle de peso e ainda aumentará as chances de ter um futuro mais ativo. Ela também pode garantir uma maior adesão à prática regular de atividades físicas na idade adulta.

"Crianças não precisam de padrões sistemáticos de exercícios, como os adultos que vão à academia. Elas têm de trabalhar mais o lado lúdico, ou seja, se exercitar brincando. Mas o problema é que muitas vezes o foco fica em uma só atividade. No Brasil, pratica-se muito futebol, então muitas vezes o estímulo dos pais fica todo direcionado ao esporte mais popular do país. Para o melhor desenvolvimento motor da criança é essencial que ela faça várias atividades. Ou seja, por um tempo ela joga bola, depois pode testar o vôlei, jogar peteca, fazer natação, pular corda, pega-pega, pingue-pongue. O aprendizado motor acontece por meio de gestos diferentes”, explica Maurício Milani, cardiologista e médico do esporte.


Disponível em: https://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/diversificar-as-atividades-fisicas-pode-estimular-ainda-mais-as-criancas-a-se-movimentarem


Texto 2:



Texto 3:


Pediatras lançam guia para promover atividade física a criança e adolescente


Jovens obesos apresentam probabilidades de desenvolverem fatores de risco que podem causar doenças como diabetes, hipertensão, depressão, alterações ortopédicas e articulares, por exemplo”, disse Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP Marcelo Camargo/Agência Brasil

Crianças e adolescentes de 0 a 19 anos devem praticar atividade física diariamente e passar o menor tempo possível em frente a telas de tablets, computadores ou televisão. A recomendação está no guia lançado hoje (27) pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com orientações inéditas para promover a atividade física desde a infância e combater a obesidade e outros problemas de saúde decorrentes do sedentarismo.

O objetivo do guia é facilitar a orientação dos pediatras, profissionais de saúde, educadores, pais e professores de educação física no encaminhamento das crianças e adolescentes para o exercício físico diário e alertar sobre os riscos da inatividade.

O guia lembra que a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente garantem às crianças e jovens o direito ao lazer, esportes e diversão, assim como o acesso à saúde. E destaca que o Brasil firmou em março deste ano, junto a Organização das Nações Unidas, o compromisso de combater a obesidade infantil.

“A obesidade na infância e na adolescência é um problema mundial que acarreta custos elevados aos sistemas de saúde. Jovens obesos apresentam maiores probabilidades de desenvolverem fatores de risco que podem causar doenças como diabetes, hipertensão, depressão, alterações ortopédicas e articulares, por exemplo”, disse Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP.

Segundo a agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mais da metade da população brasileira está com sobrepeso. Entre as crianças menores de cinco anos, estima-se que 7,3% delas estão acima do peso.


Disponível: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-07/pediatrias-lancam-guia-para-promover-atividade-fisica-crianca-e-adolescente





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