Economia colaborativa: impactos e benefícios socioeconômicos das novas modalidades de consumos e ser

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “economia colaborativa: impactos e benefícios socioeconômicos das novas modalidades de consumos e serviços , apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


TEXTO I


Trocando em miúdo: Urber é so a ponta de um iceberg tecnológico

A gente estava proseando ontem (5/7/2018) sobre o tal do Uber que está deixando os taxistas nervosos e que, por isso, os governos de mais de 400 cidades brasileiras estão tentando achar um jeito de regulmentar um negócio que se mostra difícil de ser controlado porque, simplesmente, o cidadão é quem escolhe. Mas ficou evidente, na prosa, que essa discussão do Uber ou taxista vai muito além do comum porque é o sinal de novos tempos na tecnologia. É o novo jeito da gente lidar com as contas nos bancos, de pagar compras direto pelo celular, de ler livros na internet, de falar sem usar o telefone mas só o tal do whatsapp

[...]

Disponível em: http://radioagencianacional.ebc.com.br/economia/audio/2016-07/trocando-em-miudo-uber-e-so-ponta-de-um-iceberg-tecnologico


TEXTO II



TEXTO III


Capitalismo dará lugar à economia colaborativa, prevê autor de best-seller


Uma visão extrema: o capitalismo perderá a dominância e dará lugar à economia colaborativa, compartilhada, em meados do século XXI. O raciocínio é desenvolvido em "Sociedade com Custo Marginal Zero", do economista norte-americano Jeremy Rifkin, que ensina executivos a tornar suas empresas sustentáveis na escola de negócios Wharton (da Universidade da Pensilvânia, nos EUA).

Revolução Industrial

Rifkin aponta que o grande e constante avanço tecnológico possibilita um ritmo de produção cada vez mais acelerado, tornando o custo marginal –preço para produzir uma unidade a mais de determinado produto– muito próximo de zero. Assim, o acesso a tudo se torna mais fácil.

Com essa perspectiva, relata que lucros das corporações começam a diminuir, a ideia de propriedade vai se enfraquecendo e uma economia baseada em escassez é substituída por uma cena de abundância. As pessoas passam a compartilhar bens, desfrutam de produtos ou serviços, sem necessariamente comprá-los.

[...]

Para Rifkin, uma sociedade com essa característica torna-se um cenário ideal para promover o bem-estar geral, representando o triunfo do capitalismo e, ao mesmo tempo, a sua inevitável saída do palco mundial.

De acordo com o autor, "enquanto o mercado capitalista baseia-se no interesse próprio e é guiado pelo ganho material, os bens comuns sociais são motivados por interesses colaborativos e guiados por um profundo desejo de se conectar com os outros e de compartilhar"

[...]

A tendência de compartilhar tudo deve aumentar e, no futuro, chegar aos carros autônomos, sem motorista –por exemplo, os desenvolvidos pelo Google.

Além de veículos, casas, roupas e outros itens passam a ter evidência no compartilhamento e já têm impacto na economia, aponta o autor.

Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/549899-obra-preve-fim-do-capitalismo-para-dar-lugar-a-economia-colaborativa


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